MARK · LIVRO III · CONCLUSÃO
Sem Nome
Uma única obra. Dois tomos. A última porta.

TOMO I
Sem Nome
A ausência não precisa de um nome para encontrar uma porta. No primeiro tomo de Sem Nome, o que ficou para trás começa a aprender como regressar.
Há ausências que permanecem vazias.
Outras aprendem.
Depois de tudo o que viveram, os que ficaram tentam regressar a uma vida normal. Mas algumas perdas deixam espaços que nenhuma explicação consegue fechar, e há presenças que sabem exactamente como ocupá-los.
Quando mensagens impossíveis, objectos esquecidos e memórias que não deviam responder começam a surgir, torna-se claro que aquilo que conheceram através de Mark ainda não desapareceu.
Apenas mudou.
Já não precisa de um rosto.
Já não precisa de uma voz.
Talvez já nem precise de um nome.
Sem Nome — Tomo I é a primeira metade do terceiro e último volume de Mark. A história continua em Sem Nome — Tomo II.

TOMO II
Sem Nome
A ausência encontrou uma forma de continuar. No segundo tomo de Sem Nome, já não basta fechar a porta. É preciso descobrir quem a mantém aberta.
A ausência encontrou uma forma de continuar.
Aquilo que conheceram através de Mark já não precisa de repetir o passado. Aprendeu a ocupar os espaços deixados pela perda, a responder através das memórias e a transformar cada silêncio numa passagem.
À medida que a presença se aproxima e as fronteiras entre identidade, ausência e sobrevivência começam a desfazer-se, os que ficaram terão de descobrir o que ainda pertence a Mark e o que nasceu depois dele.
Para fechar a última porta, não bastará enfrentar aquilo que regressou. Terão também de enfrentar tudo o que ainda não conseguem deixar partir.
Sem Nome — Tomo II conclui o terceiro e último volume de Mark e deve ser lido depois de Sem Nome — Tomo I.